Unidade de Interconsulta

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A Unidade de Interconsulta Psiquiátrica é um serviço de retaguarda para os Caps do município no que tange às urgências e emergências na área da saúde mental, principalmente no periodo noturno e finais de semana em regime de interconsulta. A Interconsulta refere-se à ação do psiquiatra, seja ela telefônica ou presencial, em um ponto de atenção à saúde atendendo à solicitação de um profissional de saúde de outro núcleo do saber. É, portanto, em essência, uma atividade interprofissional e interdisciplinar.

Caps infância e adolescência

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Os Caps i são serviços que seguem os mesmos pressupostos do serviço tipo Caps, entretanto são destinados, especificamente, a prestar acompanhamento às crianças, adolescentes e suas famílias, que apresentem sofrimento psíquico relacionado a transtornos mentais graves e persistentes, inclusive os relacionados ao uso ou abuso de álcool ou outras drogas, visando contribuir para a (re)construção dos laços sociais possíveis a cada um de seus pacientes.

Os Caps i tem também, por princípio geral, a tomada de responsabilidade pelo tratamento/agenciamento de cuidados para crianças e adolescentes, que por sua condição psíquica, estejam impossibilitados de manter laços sociais ou sob o risco de não sustentá-los e, mantendo a posição ética de conduzir o trabalho a partir da consideração de que crianças e adolescentes são sujeitos psíquicos, de responsabilidade e de direitos. Reafirma-se o compromisso em não reduzir seu trabalho à pedagogização do tratamento, à medicalização do sofrimento ou à institucionalização do cuidado. Fundamentam-se ainda nas diretrizes e estratégias de redução de danos.

Caps AD

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Os Caps AD são serviços que seguem os mesmos pressupostos do serviço tipo Caps, entretanto são destinados, especificamente, a prestar acompanhamento às pessoas com problemas relacionados ao uso abusivo e dependência de álcool e outras drogas, ofertando cuidado na perspectiva das diretrizes e estratégias de redução de danos, reconhecendo cada usuário em suas singularidades, promovendo autonomia e reconstruções de laços sociais. Podem ser também do tipo III, nos locais não há disponibilidade de leitos para acolhimento integral.

Desenvolver ações de redução de danos significa fomentar estratégia de abordagem dos problemas com as drogas, que não parte do princípio que deve haver uma imediata e obrigatória extinção do uso e sim uma postura flexível que, mesmo diante de um consumo dependente de drogas, os usuários podem diminuir as consequências mais danosas, minimizando os efeitos prejudiciais à sua saúde.

Caps III

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Os Caps do tipo III, ou apenas denominados como Caps III, têm em média 10 leitos com capacidade para acolhimento noturno e disponibilidade para acolher casos novos, incluindo encaminhados pelos serviços de emergência ou procura direta, sem agendamento prévio, em todos os dias úteis da semana das 8h às 18h.

São serviços de atenção diária e ininterrupta, abertos à permanência noturna e até integral, quando necessário, e definido no Projeto Terapêutico Individual, aos usuários do SUS Curitiba.

Características dos Caps

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Os Caps são serviços de saúde comunitários do Sistema Único de Saúde destinados a prestar acompanhamento, por equipe interdisciplinar, às pessoas com transtornos mentais graves e persistentes. O objetivo é oferecer atendimento à população respectiva área de abrangência, realizando o acompanhamento clínico e a reinserção social dos usuários pelo acesso ao trabalho, lazer, exercício dos direitos civis e fortalecimento dos laços familiares, sociais e afetivos. Este trabalho preventivo e clínico visa evitar ao máximo internações psiquiátricas priorizando o tratamento próximo à comunidade.

Em conjunto com o usuário e seus familiares, produz um Projeto Terapêutico Singular que acompanhe o usuário nos contextos cotidianos, promovendo e ampliando as possibilidades de vida e mediando suas relações sociais. Promove inserção, proteção e suporte de grupo para seus usuários, no processo de reabilitação psicossocial. Desenvolve atividades como resgate e construção da autonomia, alfabetização ou reinserção escolar, acesso à vida cultural, manejo de moeda corrente, autocuidado, manejo de medicação, inclusão pelo trabalho, ampliação de redes sociais, dentre outros. Também faz visitas e atendimentos (domiciliares e à família), individual e em grupo.