Hospital do Idoso recebe missão latino-americana

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O Hospital do Idoso Zilda Arns, mantido pela Fundação Estatal de Atenção Especializada em Saúde de Curitiba (Feaes), recebeu, nesta sexta-feira (09/06), o grupo de autoridades latino-americanas que vieram a Curitiba conhecer as soluções de urbanismo e sustentabilidade implantadas na cidade. Foram 64 prefeitos, gestores municipais e de universidades, além de representantes da iniciativa privada, visitaram órgãos da Prefeitura e saíram com boa impressão da cidade.
A missão foi organizada pela Onward – Organização para o desenvolvimento da América Latina e Caribe – e contou com nove países: Costa Rica, Panamá, Colômbia, Bolívia, Equador, Peru, Argentina, Uruguai e Brasil. Felix Gonzalez Polar, presidente da organização, explicou que Curitiba é referência em projetos de desenvolvimento e planejamento urbano sustentável.
João Luiz Cordeiro, o João do Suco, administrador da Regional Pinheirinho, é diretor da Onward. Ele acompanhou o grupo nas visitas à administração municipal e reforçou a importância de parcerias para o desenvolvimento. “Buscamos talentos do gestor público contemporâneo e novas ideias”.
Ele levou o grupo ao Hospital do Idoso Zilda Arns, onde foi recebido por Tânia Maas, diretora de Práticas Assistenciais. Ela explicou o funcionamento do hospital e, em grupos menores, os participantes da missão conheceram o prédio e os serviços oferecidos. “Priorizamos o atendimento humanizado, só possível pelo comprometimento da equipe”, declarou.
Inspiração
O grupo gostou do que viu em saúde pública e no Hospital do Idoso. “Não conhecia instituição pública de saúde voltada para o atendimento a idosos. Percebemos, além da tecnologia usada no hospital, a capacitação das pessoas que atendem os pacientes”, avaliou Felix Polar.
Para Jorge Bitar, vice-presidente da Onward e professor de urbanismo na Universidade de Pamplona, na Colômbia, disse que a organização busca boas práticas de gestão e experiências que possam inspirar a administração de outras cidades. “Já vim a Curitiba outras vezes e a cada uma tenho surpresas. A cidade tem problemas como qualquer outra, mas inova na maneira de lidar com eles”, comentou. As próxima missão será a Medellín, na Colômbia.  
 

Fila de espera da radiologia é quase zerada com o mutirão da Saúde

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Com a estratégia Saúde Já, em menos de três meses a fila de pacientes que esperavam atendimento na área de radiologia foi quase zerada. Quando a ação continuada de mutirão nesta especialidade começou, no dia 10 de março, a fila passava das 17 mil pessoas e o tempo de espera pelo exame era de seis meses. Desde então já foram realizados mais de 29 mil agendamentos, superando o número de atendimentos na fila inicial. Agora restam apenas 197 pessoas para serem agendadas, o que configura uma redução de 98,9% em relação a fila de espera original.
“Estamos mostrando que, com empenho, é possível trazer resultados concretos para a população curitibana”, avalia o prefeito Rafael Greca. “Tenho dito sempre que a Saúde é nossa prioridade; esses resultados são a melhor tradução do empenho da Prefeitura na área.”
De acordo com a superintendente de Gestão em Saúde, Márcia Huçulak, com o Saúde Já “a proposta é equacionar as filas existentes e não deixar formar outra fila novamente”.  Do total das filas das especialidades, 29%, em média, em todas as especialidades foram atendidas a partir da estratégia Saúde Já.
Mais agilidade
O propósito dos mutirões do Saúde Já é o de atender todos os pacientes que estavam na fila de espera e também agilizar o agendamento dos pacientes novos – para esses, o que antes demorava meses está sendo feito em dias.
Os atendimentos de radiologia são realizados no Hospital do Idoso e nas Unidades de Pronto Atendimento (UPA) do Boa Vista, Boqueirão, Cajuru, Fazendinha e Sítio Cercado.
A prestação do serviço engloba os diagnósticos por imagem, entre eles o raio x, e ajuda a detectar uma variedade de problemas de saúde – desde fraturas, artrite e crescimentos ósseos anormais até casos de câncer.  
Para combater a fila inicial de mais de 17 mil raios x o Hospital do Idoso ampliou os horários de atendimento para o Saúde Já. Uma equipe de 20 médicos radiologistas, 85 técnicos 25 assistentes administrativos está à disposição da população das 6 horas às 22h30 de segunda a sábado e aos domingos das 8 horas às 20h.
“Isso representou um incremento de quase 4.500 exames por mês”, explica o enfermeiro Mário Gilberto Jesus Nunes, gerente do ambulatório e SADT (serviço de apoio ao diagnóstico e terapia) do Hospital do Idoso.
Conduta clínica
O aumento da oferta e a agilidade no agendamento contribuem não só na redução das filas de espera. Em grande parte dos casos os exames são necessários para fechamento de diagnóstico e definição da conduta clínica.
A demora para sua realização pode resultar em prejuízos ao paciente. “Tendo uma oferta aumentada e possibilitando uma agilidade no agendamento contribuímos com um diagnóstico mais rápido e eficaz e um tratamento mais resolutivo”, diz Nunes.
Segundo o enfermeiro, a população tem elogiado os horários ampliados e o atendimento recebido pela equipe do hospital. “Também há uma satisfação grande porque assim que o médico solicita um exame de raio-x ele é marcado para ser feito em alguns dias”, diz.
Nunes também destaca que Hospital do Idoso manterá esse atendimento ampliado de forma permanente, como forma de atender melhor a população, com mais opções de horário para os pacientes.
Ortopedia
Quem estava na fila de espera para o atendimento na área de ortopedia também sentiu o impacto positivo do Saúde Já. A ortopedia também era uma das maiores filas existentes. Em menos de dois meses houve uma redução de 25% na fila. O trabalho começou no dia 6 de abril, quando mais de 25 mil pessoas aguardavam atendimento. Agora, esse número caiu para 19 mil.
O mutirão de ortopedia geral é realizado no Hospital de Clínicas (HC), das 17 horas às 20 horas, por uma equipe de três médicos. Eles atendem exclusivamente os pacientes encaminhados pela Prefeitura. O médico Luiz Antonio Munhoz da Cunha, encarregado pelo trabalho, explica que o objetivo do atendimento é “qualificar a fila”.
“Nós estamos fazendo um mutirão de consultas”, diz. “Nós fazemos uma avaliação desses pacientes (que foram encaminhados pela Secretaria Municipal de Saúde e estão na fila de espera) e damos um feedback para a Prefeitura.”
As consultas são feitas para determinar quais dessas pessoas precisam de atendimento, ou procedimento cirúrgico, com mais urgência. O encaminhamento posterior é feito pela Prefeitura.
Segundo Cunha, entre 30 e 40% dos pacientes atendidos precisam passar por cirurgia. Os demais casos são situações de menor gravidade, que podem ser resolvidas por caminhos mais simples.
Melhoria na prática
Silvinha Gelinski foi uma das beneficiadas pelo mutirão de ortopedia. Ela foi encaminhada pela Prefeitura para consultar no HC porque sentia fortes dores na base da coluna. “Foi um mês mais ou menos (entre a indicação do médico no posto e o atendimento pelo mutirão), cheguei lá e fui atendida bem rápido”, conta.
Ela já foi reencaminhada e agora espera cirurgia – que já está agendada. “Eu acho que isso ajuda bastante a população, porque normalmente é muito demorado, se precisar realmente de uma cirurgia demora para conseguir”, constata. “Eu gostei bastante”.
Já a aposentada e ex-auxiliar de enfermagem Estelita de Oliveira Sales estava na fila para o atendimento ortopédico havia três anos. Ela precisa de acompanhamento médico pois sofre de desgaste de ossos e tem cinco bicos de papagaio na coluna. Entre o momento que ela foi chamada e a consulta se passou apenas uma semana.
“Eu estou achando muito bom, isso vai ajudar muita gente porque tem muitas pessoas como eu que estão esperando não só há três anos, mas há mais de cinco anos”, afirma.

Amamentação acalma bebê durante teste do pezinho

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Meisy, 17 anos, estava ansiosa com o pequeno Davi no colo. O bebê, nascido há dois dias, iria fazer a punção no calcanhar para tirar algumas gotas de sangue, na manhã desta terça-feira (06/06), Dia Nacional do Teste do Pezinho. A jovem mãe sabia da necessidade do exame e optou por dar o máximo de conforto ao filho, ao amamentá-lo durante o procedimento. A técnica é usada na Maternidade Bairro Novo, da Secretaria Municipal da Saúde, para amenizar a dor da criança e estreitar o vínculo de confiança com a mãe.
O teste do pezinho identifica, pelo menos, oito doenças congênitas, metabólicas e infecciosas, que não apresentam evidências clínicas no nascimento. Quanto mais cedo as doenças forem identificadas e tratadas, maior a possibilidade de evitar ou amenizar sequelas, como deficiência mental, microcefalia, convulsões, comportamento autista, fibrosamento do pulmão, crises epiléticas e até a morte.
ANSIEDADE
O bebê de Meisy nasceu com 3,5 quilos e 48 centímetros, por cirurgia cesariana, na 39.ª semana de gestação, apesar de a mãe não querer a intervenção cirúrgica. “No parto normal, dói na hora, mas depois já dá para andar. Na cesárea dói muito depois e tive de usar duas bolsas de sangue”, descreveu a jovem. Davi é seu primeiro filho e ela fez o pré-natal em posto de saúde.
Na Maternidade Bairro Novo, teve toda orientação para esse momento importante e pôde contar com o apoio da família. A maternidade é municipal e adota práticas de parto humanizado para as gestantes, com acompanhamento familiar e técnicas para as mães se sentirem seguras no antes, durante e depois do parto.
O companheiro de Meisy acompanhou também o teste do pezinho e ficou mais nervoso que a mãe, quando o bebê sentiu a agulha e chorou. “Percebe-se que, o sofrimento e a agitação da criança são menores se a mãe estiver amamentando. O bebê compensa a dor pelo prazer da alimentação no seio materno”, detalhou a enfermeira Kátia Arizeli Terêncio.
Antes da retirada do material, o pé da criança é aquecido para aumentar a irrigação e relaxar a região. O pequeno Davi, chorou ao sentir a picada no calcanhar, mas se acalmou ao começar a mamar. O pai observava ansioso, a companheira. Terminado o procedimento, a jovem e o marido voltaram ao quarto para esperar a alta, felizes com a nova vida que levavam nos braços.
COLETA
Kátia explicou que o sangue é, geralmente, retirado do pé do bebê por ser a área mais vascularizada e com menos propensão à dor. “Se, por algum motivo, foi tirado sangue por outra via do bebê, usamos esse material para ser analisado”, disse. O sangue colhido em uma cartela é enviado à Fundação Ecumênica de Proteção ao Excepcional (Fepe), serviço de referência em triagem neonatal credenciado ao Ministério da Saúde para a realização do Programa Nacional de Triagem Neonatal – Teste do Pezinho, no Paraná.
O teste do pezinho é gratuito e obrigatório, realizado no momento da alta hospitalar, para todos os recém-nascidos paranaenses. O programa da Fepe oferece diagnóstico precoce, tratamento e acompanhamento, gratuitos, para as seguintes doenças genéticas: fenilcetonúria, hipotireoidismo congênito, fibrose cística, doenças falciformes e outras hemoglobinopatias, deficiência da biotinidase e hiperplasia adrenal congênita.
 

Hospital do Idoso abre inscrição para voluntários

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O carinho com que os pacientes do Hospital do Idoso Zilda Arns são tratados ganha reforço a partir deste mês. Até a próxima quarta-feira (07/06), voluntários para diversas áreas podem se cadastrar para desenvolver atividades no hospital. As regras do voluntariado podem ser consultadas no site www.feaes.curitiba.pr.gov.br, onde estão disponíveis as fichas de inscrição.

Nesta primeira etapa do programa de voluntariado estão disponíveis 15 vagas. Entre as atividades requisitadas estão: acolhida e orientação; acompanhamento de pacientes para exames e em passeios no bosque do hospital; ajuda na higiene pessoal (barba, unhas e cabelos); visitas de escuta e presença; e contação de histórias e encenações lúdicas.

Para visitas religiosas, o voluntário deve fazer curso oferecido pela Associação Cristã de Assistentes Espirituais Hospitalares do Brasil (ACAEHB) ou ter formação em teologia, com curso de aconselhamento pastoral, visitação ou capelania.

O hospital, considerado de porte médio, é municipal e exclusivo a pacientes SUS, com 130 leitos para internação e atendimentos a pacientes externos com exames, consultas e outros procedimentos. “Abrir a possibilidade para a sociedade civil trabalhar no hospital melhora o atendimento humanizado que tanto prezamos e promove a socialização dos pacientes”, declarou Tânia Maas, diretora assistencial do Hospital do Idoso.

EXIGÊNCIAS

O interessado deve ter mais de 18 anos e estar apto física e emocionalmente para atuar em instituição de saúde. Não podem participar do programa funcionários e ex-funcionários da Fundação Estatal de Atenção Especializada em Saude de Curitiba – Feaes. A entidade administra o Hospital do Idoso, a Maternidade Bairro Novo e compõe equipes das unidades de pronto atendimento (UPA), Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) e Ambulatório Salgado Filho.

O voluntário deve participar da palestra gratuita do Centro de Ação Voluntária de Curitiba – CAV, que explica a legislação sobre serviço voluntário. A agenda de palestras pode ser consultada no site www.acaovoluntaria.org.br. Depois de preencher a ficha cadastral no site da Feaes, o interessado passará por entrevista e capacitação feita pelo Hospital do Idoso.

A atividade desenvolvida não ultrapassa oito horas semanais, de segunda à sexta-feira, das 8h às 12h e das 13h às 17h. Os voluntários serão orientados por funcionário denominado “padrinho”, que explicará a atividade e rotina do setor.

O Programa é coordenado pelo setor de Serviço Social. “As necessidades de muitos pacientes são simples. Eles querem conversar, ouvir histórias ou apenas passear”, descreveu Valéria Azevedo.

PIONEIROS

O Hospital do Idoso completou cinco anos em março e já conta com voluntários religiosos, das igrejas luterana e católica, que promovem visitas e cultos ecumênicos. Também são parceiros do hospital para tornar a internação de pacientes mais leve o grupo Tutores do Riso e a ong Amigo Bicho.

Os Tutores do Riso reúne profissionais e estudantes da área da saúde, para alegrar o dia a dia de quem luta contra doenças. A endorfina, liberada durante o riso melhora a circulação e as defesas do organismo, além de aumentar a capacidade de resistir à dor.

A ong Amigo Bicho leva descontração e carinho aos internos, com seus animais treinados e higienizados para a visita. Durante uma hora, profissionais do hospital reúnem pacientes para acariciarem os cachorros ou apenas observarem os bichos. A atividade relaxa e desperta sentimentos de amor e alegria.

Curitiba é premiada com primeiro lugar no InovaSUS

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Dois projetos desenvolvidos para melhorar o trabalho de profissionais da saúde em Curitiba foram premiados pelo InovaSUS 2015, um em primeiro e outro em 15.º lugar. A premiação foi anunciada ainda ano passado, mas a cerimônia foi realizada em Brasília, nesta quarta-feira (31/05).
O prêmio InovaSUS, do Ministério da Saúde, busca reconhecer, incentivar e premiar projetos e experiências inovadoras na Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde no âmbito do SUS. Os dois projetos foram desenvolvidos por empregados da Fundação Estatal de Atenção Especializada em Saúde de Curitiba – Feaes, mantida pela Secretaria Municipal da Saúde.
O projeto ganhador do primeiro lugar, “Melhor em Casa Curitiba - Transformando as relações de trabalho para uma organização tipo cérebro”, partiu da simples observação do dia a dia da atenção primária em domicílios, pelo programa Melhor em Casa. Ele foi premiado na modalidade Projetos Inovadores – Democratização das relações de trabalho no SUS, com R$ 300 mil.
ORGANIZAÇÃO - A coordenadora técnica do projeto, Talita Ferreira Turatti do Carvalhal, explica que a metáfora do cérebro é adotada por alguns autores para descrever a organização como um sistema cognitivo. O trabalhador busca o aprendizado e aprende a planejar suas ações, em vez de apenas repeti-las. Este sistema integra o profissional no processo de trabalho facilitando ações conjuntas e democratizadas, o que resulta em otimização do plano terapêutico dos pacientes.
Os profissionais que compõem as equipes são médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, técnicos em enfermagem, fonoaudiólogo, farmacêutico, nutricionistas e assistente social. Com a média de 400 pacientes por mês, em Curitiba, frequentemente, deparam-se com situações complexas, pelas características clínicas ou pelas condições socioeconômicas dos pacientes, daí a necessidade do cuidado multiprofissional.
Desde junho de 2015, optou-se por proporcionar momentos de construção coletiva e de troca de informações entre os profissionais. “Passamos a fazer reuniões quinzenais onde analisamos os problemas e as possíveis soluções, considerando diferentes pontos de vista. Com isso, valorizamos a individualização do atendimento e desenvolvemos diferentes formas de gerenciar as equipes”, explica Clóvis Cechinel, coordenador médico do serviço.
O projeto foi desenvolvido também com Elaine Rossi, Maria Angélica Binotto, Luana Mesquita Berri, Angelita Izabel da Silva, Olavo Osório da Fonseca Júnior, Altair Damas Rossato, Gustavo Justo Schulz, Isabel de Lima Zanata e Júnia Aparecida Laia da Mata.
ECONOMIA E SAÚDE– O SUS Curitiba realiza 16 mil exames de raio x todos os meses. A Feaes assumiu o serviço feito por clínicas conveniadas, em 2012, e adotou o sistema digital para captação e análise das imagens. Com isso aboliu o uso de componentes químicos usados na revelação de filmes radiológicos e deixou ambientes de trabalho mais saudáveis, com processos padronizados e controle de qualidade. A Fundação também é responsável pela educação permanente e manutenção da segurança dos profissionais da radiologia.
A implantação das soluções tecnológicas no processo de trabalho recebeu a 15.ª colocação no InovaSUS, na modalidade: Experiências implementadas – Promoção da Saúde do trabalhador do SUS.
“Hoje não realizamos impressão de filme e nem de laudos, pois quando o exame é solicitado pelo paciente, o entregamos em DVD. A qualidade da imagem é melhor, o que evita a necessidade de refazer o exame e os dados ficam armazenados no sistema com acesso disponível ao médico em qualquer unidade de saúde. Com essa medida, reduzimos consideravelmente o impacto ambiental com a produção de menos detritos e os custos do serviço”, explica Sauro Luz Cardoso, coordenador técnico da Radiologia, da Feaes.
Também participaram do projeto Elaine Rossi Ribeiro, Júnia Aparecida Laia da Mata, Gustavo Justo Schulz, Graciele de Matia, Aline de Mattos Guillermette.
O Instituto de Ensino e Pesquisa da Feaes, dirigido por Elaine Rossi, apoia as iniciativas dos empregados e coordena residências médicas e multiprofissionais no Hospital do Idoso Zilda Arns.